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Dicas de Lazer

Mountain Bike

2013-06-13 11:19:07

Mountain Bike, ou Bicicleta de Montanha, é um tipo de bicicleta usado no Mountain Biking, uma modalidade de ciclismo na qual o objetivo é transpor percursos com diversas irregularidades e obstáculos. Em alguns países de língua latina o esporte é chamado de Bicicleta todo terreno ou BTT (que significa Bicicleta Todo o Terreno). No Brasil é chamado popularmente de Mountain Bike, eventualmente de Ciclismo de Montanha ou Mountain Biking e comumente abreviado como MTB ou esporadicamente como BTT, sendo esta abreviatura a mais usada em Portugal e nos restantes países lusófonos.

O Mountain Bike é praticado em estradas de terra, trilhas de fazendas, trilhas em montanhas e dentro de parques e até na Cidade.

Mountain Bike é um esporte que envolve resistência, destreza e auto-suficiência. Como é comum a prática do esporte em locais isolados, o aspecto de auto-suficiência é importante para que o ciclista consiga realizar pequenos reparos em sua bicicleta.

História

 

A modalidade desportiva mountain bike nasceu na Califórnia no meio da década de 1950 através de brincadeiras de alguns ciclistas e de alguns surfistas que procuraram desafios bem diferentes das competições de estrada tradicionais e actividades para dias sem ondas.

 

Os primeiros nomes que apareceram foram: James Finley Scott: "provavelmente" a primeira pessoa a modificar uma bike exclusivamente para andar na terra - em 1953. Utilizou um quadro para passeio Schwinn, pneus largos, conhecidos como balão, guidão recto, travões cantilever e desviadores traseiros e dianteiros; Tom Ritchey e Gary Fisher: pioneiros na prática do desporto e no desenvolvimento de componentes em série, como futuramente bicicletas próprias para o novo estilo. Fundadores das empresas Gary Fisher e Ritchey; Joe Breeze: Confeccionou a primeira bicicleta para a pratica do Mountain Bike, a Breezer # 1 em outubro de 1977.

Equipamentos

 

As bicicletas de mountain bike diferem das bicicletas de estrada em diversos aspectos:

 

  • Usam pneus mais mais largos e cardados (com cravos e geralmente acima da largura 1.5"), que absorvem impactos de forma mais eficiente, são robustos, possuem maior aderência em terrenos enlameados e oferecem maior controle e tração da bicicleta em terrenos acidentados, na areia e na lama. Em contrapartida, oferecem baixo desempenho em trechos asfaltados.
  • Usam amortecedores, na frente, atrás ou dois, um na frente e outro atrás, conhecidas como bicicletas Full Suspension, projetadas para oferecerem maior conforto e, consequentemente, reduzir os impactos sentidos pelo ciclista e permitir maior controle da bicicleta. É importante ressaltar que não é necessário possuir o amortecedor traseiro, motivo pelo qual diversos ciclistas de diversas categorias do Mountain Bike preferem bicicletas Hardtail (rabo duro, em português, ou bicicletas rígidas, com ou sem amortecimento dianteiro) do que Full Suspension (suspensão brutalica, em inglês, ou bicicletas com dois amortecedores). Eles podem ter diversos sistemas de amortecimento: amortecimento pneumático, entre outros sistemas combinados (mola com elastômero, mola com ar, mola com óleo, ar óleo e mola, ou até mesmo elétricos (elementos de amortecimento, mais o circuito eletrônico).
  • Possuem quadros reforçados e mais resistentes, especialmente nas modalidades que incluem saltos e quedas de grandes alturas, mas sem comprometer gradativamente no peso do conjunto, como é o caso das bicicletas destinadas para a categoria All Mountain;
  • O guiador (guidão) pode possuir diversos formatos, cada um com suas vantagens e desvantagens. Podem ser retos (inicialmente utilizaram-se guidões retos) ou curvos, com diversas angulações.
  • Possuem aros de 24", 26" e, lançado há poucos anos, bicicletas com rodas de 29", conhecidas por 29er. Em geral, utiliza-se 26", em vez dos aros 700 do ciclismo de estrada. Os aros costumam ser de parede dupla, mais reforçados e pesados que os de ciclismo de estrada, de modo a evitar deformação nas ultrapassagens de obstáculos. Recentemente está sendo usado também aros de 29", 27,5" e misturas, como 29" na frente e 26" atrás e vice-versa.
  • As relações de marchas, eram inicialmente maiores e mais leves que nas bicicletas de estrada, mas possuem a mesma precisão. Hoje em dia a quantidade de marchas varia de 21 marchas até 27 marchas. Recentemente também foi adotada a quantidade de 30 marchas.

 

A tendência de mercado é que bicicletas de montanha venham a ter a relação de marchas muito próxima às bicicletas de estrada, como é o caso de muitas Mountain Bikes de Cross Country que começaram a ser equipadas com relação de 20 marchas (10 marchas na catraca e duas na coroa), como é o caso das bicicletas de estrada, em alguns casos são utilizados uma relação de 11 marchas (11 na catraca e coroa única).

Bike bike bike



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Rapel

2013-06-13 11:08:56

Rapel (em francês: rappel) é uma atividade vertical praticada com uso de cordas e equipamentos adequados para a descida de paredões e vãos livres bem como outras edificações.

Trata-se de uma actividade criada a partir das técnicas do alpinismo o que significa que requer preocupação com a segurança do praticante. Este deve ter instruções básicas e acompanhamento de especialistas. Cursos preparatórios são indispensáveis.

A actividade é praticada essencialmente em grupo onde cada integrante se deve preocupar com o companheiro, questionando qualquer situação que possa gerar um incidente e até um acidente.

Rappel é uma palavra que em francês quer dizer "chamar" ou "recuperar" e foi usada para batizar a técnica de descida por cordas. O termo veio da explicação do "criador" do rappel, Jean Charlet-Stranton, por volta de 1879, quando explicava a técnica: "je tirais vivement par ses bouts la corde qui, on se le rappelle...." que quer dizer em tradução livre "Quando chegava perto de meus companheiros eu puxava fortemente a corda por uma de suas pontas e assim a trazia de volta para mim...", ou seja, ele chamava a corda de volta ao terminar a escalada e a descida de uma montanha ou pico.

Cuidados que se deve ter

Toda prática de rapel deve ser executada em grupo, pois um integrante é sempre responsável pela vida de outro. Toda descida deve ter no mínimo três participantes:

  1. O que aborda: Que é o responsável por colocar o praticante na corda, conferir se seu equipamento está correto e orientá-lo no momento da abordagem.
  2. O que desce: Que é o praticante atual, ou seja, quem vai fazer a descida.
  3. O que faz a segurança: Que é a pessoa que vai estar lá em baixo, segurando a corda, atento a qualquer vacilo que o que desce possa dar.
Quem fica responsável pela segurança da descida, deve ter total atenção, pois com ele fica o ultimo recurso antes de uma fatalidade. Se alguém que está descendo perde o controle de sua descida, é o segurança quem vai ter que fazer o bloqueio dele na corda, ou seja, parar a sua queda e evitar que ele caia.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Rapel Rapel

 

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Vamos praticar Rafting

2013-06-13 10:57:50

rafting é a prática de descida em corredeiras em equipe utilizando botes infláveis e equipamentos de segurança. Antes de se começar qualquer descida de rafting comercial, um condutor da atividade passa a todos os participantes detalhadas instruções de conduta relativas à segurança. Estas instruções são lembradas pelos demais condutores durante momentos estratégicos da descida, e seu cumprimento é fundamental para a segurança de todos. O rafting comercial proporciona a experiencia de descer o rio para pessoas de qualquer idade e, em sua maioria, pessoas que nunca tiveram uma experiência anterior, tornando o esporte acessível. Porém a atividade deve seguir, no Brasil, a Lei Geral do Turismo (LEI Nº 11.771, DE 17 DE SETEMBRO DE 2008 e Decreto 7381-2010, que regulamenta a lei geral do turismo), que especifica que uma empresa de rafting deve:

- Ser uma Agência de Turismo;

- Possuir Certificado de Cadastro no Ministério do Turismo – CADASTUR;

- Deve ter a norma técnica Sistema de Gestão da Segurança ABNT NBR-15.331 implementada;

- Deve ter condutores de rafting qualificados de acordo com a norma técnica ABNT-NBR-15370 Competência de Pessoal – Condutores de Rafting.

Sem os requisitos mencionados, a empresa não pode exercer a atividade. Os primeiros relatos de rafting de que se tem notícia são nos rios Colorado e Mississippi.

 Rafting Rafting Rafting

Locais para praticar no Brasil

No Brasil, há diversos locais propícios à prática do rafting, entre eles:

Bahia 
Rio de Contas, em Itacaré
Rio Correntina, em Correntina
Espírito Santo 
Rio Jucu, em Domingos Martins
Goiás 
Rio Corumbá, em Corumbá de Goiás
Maranhão 
Parque Nacional da Chapada das Mesas, em Carolina
Mato Grosso 
em Jaciara
Rio das Mortes, em Primavera do Leste
Minas Gerais 
Rio Jaguari, em Extrema
Rio Capivari, em Lavras
Rio Espirito Santo, em São João da Serra Negra
Rio Corrente, em Munhoz
Paraná 
Rio Iapó, em Tibagi
Rio Cachoeiras, em Antonina
Rio Ribeira, em Cerro Azul
Rio de Janeiro 
Rio Macaé, em Lumiar, Casimiro de Abreu e Macaé
Rio Paraibuna, ao norte do estado
Ribeirão das Lajes em Seropédica
Rio Grande do Sul 
Rio Paranhana, em Três Coroas
Rio das Antas entre Nova Roma do Sul e Bento Gonçalves
Santa Catarina 
Rio Cubatão, em Santo Amaro da Imperatriz
Rio Itajai-açu, em Apiúna e Ibirama
Rio Braço do Norte, no Vale do Braço do Norte
São Paulo 
Rio Juquiá, em Juquitiba
Rio Paraibuna, em São Luís do Paraitinga
Rio do Peixe, em Socorro
Rio Jacaré-Pepira, em Brotas
Rio Pardo, em Caconde

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Você conhece o Arborismo?

2013-05-05 19:12:08

Arborismo ou arvorismo é um esporte radical que consiste na travessia entre plataformas montadas no alto das árvores, ultrapassando diferentes tipos de obstáculos como escadas, pontes suspensas, tirolesas e outras atividades que podem ser criadas.

A atividade é muito utilizada no turismo de aventura, para lazer e recreação, e para estudos de fauna e flora das camadas mais altas da floresta.

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